23 e 24 de julho de 2025 - Lima, Peru

II Cúpula Regional de Metano

Unindo esforços para mitigar as emissões de metano na América Latina e Caribe.

Em sua segunda edição, a Cúpula Regional de Metano consolidou sua posição como um fórum de diálogo e cooperação para promover a mitigação das emissões no setor energético, reunindo pontos focais e delegados de ministérios de energia da Organização Latino-Americana e do Caribe de Energia (OEMLAC).

O evento contou com uma representação multissetorial que incluiu entidades governamentais, parlamentares, empresas do setor de petróleo e gás e fornecedores de soluções tecnológicas, instituições acadêmicas e de pesquisa, organizações internacionais, organizações da sociedade civil e associações comerciais.

Por meio de espaços de convergência voltados para o fortalecimento da cooperação e o desenvolvimento regulatório, a cúpula fomentou o intercâmbio técnico e o desenvolvimento de ações regionais para a redução das emissões de metano.

Entidades governamentais
0
Parlamentares da América Latina e do Caribe
0
Representantes da academia
0
Organizações Internacionais
0
Empresas
0
Organizações da sociedade civil
0
Participantes presenciais
+
Palestrantes e painelistas
+
Nacionalidades participantes
+

Principais resultados da 2ª edição

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Grupo de trabalho parlamentar sobre ação climática no setor de energia
Neste espaço, organizado pelo Parlamento Andino, foram apresentadas as iniciativas legislativas promovidas por diversos órgãos parlamentares nacionais relativas ao monitoramento, medição e mitigação das emissões de metano, biocombustíveis e marcos comuns de reporte.
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Mesa Redonda Regional vai passar de compromissos sobre metano para ações concretas.
Esta sessão, coorganizada com a Agência Internacional de Energia (IEA), reuniu especialistas e representantes nacionais e internacionais para identificar necessidades de apoio e oportunidades de colaboração.
II Cupula Regional de Metano
Reviva uma reunião crucial para a região.

A Segunda Cúpula Regional do Metano marcou um novo impulso e um renovado compromisso com a redução das emissões na América Latina e no Caribe, demonstrando que a cooperação Sul-Sul pode ser uma força motriz para soluções concretas para a crise climática.